De M.Luísa Adães a 19 de Fevereiro de 2009 às 19:50
Estrelinha

se eu fosse um livro, eu sei qual seria ...

Timbuktu de Paul Auster

Coisa tão maravilhosa que não tive coragem de ler!
O personagem principal é um" Cão" e tudo quanto trata de animais infelizes - eu não posso ler!
Fugi ao assunto, falando neste tema ! Confessei a minha dor. Peço perdão!


Maria Luísa
De ஜॐ♥ஜ___Estrelinh@___ஜॐ♥ஜ a 19 de Fevereiro de 2009 às 20:00
Minha querida Mª Luisa.

Eu tambem adoro animais e a coisa que mais me custa é ver as condições em que certos animais vivem, por isso eu não quero animais, os animais são para viverem em liberdade sem correntes ou estarem fexados num apartamento, não peças perdão, faz bem deitar para fora as máguas,
beijito carinhoso querida
De M.Luísa Adães a 19 de Fevereiro de 2009 às 20:51
obrigada

Eu tive e tenho no meu coração, uma coker Spaniel.
de nome Maggie que me morreu com 16 anos e eu
me encontrava no Brasil.
Apresentei-a no google e depois trouxe-a ao sapo,
a pedido da poetaporkdeusker, ainda ela estava viva. Mais tarde, quando recebi a noticia do seu
desaparecer deste mundo, escrevi "Silêncio" que
foi recebido com muita ternura e amor pelos meus amigos do sapo; até flores mandaram ...
A saudade continua, a dor ainda cá está e ela faz-me muita falta...
Não estava acorrentada; tenho um terraço enorme
(sem exagero) onde ela brincava e corria e era a minha linda cadelinha; ficou com a Veterinária minha amiga e morreu na casa dela, acompanhada -
eu não estava presente - estava muito longe.
Aproveitei e desabafei esta dor com o livro de
Paul Auster , por isso, pedi perdão!

Agradeço teres respondido,

Maria Luísa
De ஜॐ♥ஜ___Estrelinh@___ஜॐ♥ஜ a 19 de Fevereiro de 2009 às 21:03
Eu tive uma coker Spaniel de nome " Bisca" quando veio para perto de mim já tinha um ano e estava mto mal tratada, tinha o lindo pelo dela castanho todo sujo que dava dó, tinham-na colocado numa vacaria, não sei se estás bem a ver!!!
Quando a fui buscar apaixonei-me logo plo olhar dela, terno, doce que me pedia carinho, mimei-a e transmiti-lhe que me tinha cativado o coração, cheguei a casa e coloquei-a no poliban com o chuveiro com água morna, posso dizer-te que passado um bocado de estar lá deitada e eu a tentar limpar-lhe o pelo, ela já dormia e por incrivel que pareça ressonava( coisa que nunca tinha visto num animal), ficou limpa, cheirosa, e era a minha menina bonita, perto de mim ninguem chegava que ela rosnava logo, um amor que nunca tinha visto igual, até ao fatidico dia de um carro lhe passar por cima, por isso digo, nunca mais quero animais, porque lhes tomo um amor enorme e depois quando os perco sofro como foi o caso de um gato lindo que tive pareçia um tigre e só lhe faltava falar, ainda hoje tenho saudades destes meus lindinhos, por isso compreendo a tua dor Mª Luisa.

Desabafa á vontade e já agora...desculpa tb o meu desabafo,
beijito carinhoso e ...obrigado.
De M.Luísa Adães a 20 de Fevereiro de 2009 às 10:51
Estrelinha

De novo aqui me encontro, como parte da minha casa.

Compreendo o que dizes! Maggie viveu comigo 16 anos e morreu em Dezembro 08; muito recente.
Mas tal como tu dizes, não quero mais animais!
Adoro-os, mas não quero substitui-la, por tudo , quanto significa a perda!

Ontem no vidro da porta da cozinha, a dar com o terraço, onde ela se encostava e sujava o vidro,
naquele local, embaixo, ela era pequena e parecia
uma cocker anã (mas não era) , mas muito bonita.
O vidro estava sujo, como no tempo dela.
Não limpei e quando a empregada chegou, chamei a
atenção para o facto - ambas olhámos o vidro -
não estava sujo, não tinha nada e ela não o limpou,
pois tinha acabado de chegar; eu não limpei ...

Podes explicar ? Só te digo que vejo bem!

Obrigada pelo teu desabafo,

beijos,

Mª. Luísa
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